A prepotência do Fisco
Até 2003 o Fisco viveu numa "balda" gritante. Em 2003, com novo director-geral, afiou as baionetas e a coisa começou a fiar mais fino.
Esta noticia mereceu alguns comentarios dos quais destaco este pelo que revela conhecimento profundo do assunto.
Título correcto mas.....
incorrecto,em parte,o conteúdo do artigo.O articulista não conhece,como eu,por dentro e por fora, o funcionamento da DGCI.Até 2003 NÃO É VERDADE QUE O FISCO VIVESSE NUMA BALDA!O articulista,por má fé, ou por ignorância,está a ofender toda a classe dirigente que TRABALHOU na DGCI nos anos que antecederam a época do obscuro Paulo Macedo.A DGCI foi dirigida,durante longos anos, por,entre outros,um HOMEM competentíssimo,honestíssimo que se chamava Dr. Fancisco Rodrigues Pardal,Juiz Conselheiro do Supremo Trbunal Administrativo,"coadjuvado" a nivel distrital,por competentes Directores Distritais de Finanças(então não havia,como agora,Directores de aviário!).O que se passava é que,então, por parte da DGCI,era observada a LEI e não havia ATROPELOS,não havia penhoras abusivas,assaltos ao bolso dos contribuintes,os impostos eram restituídos atempadamente(quando o Estado era vencido nos Trbunais Tributários),enfim havua uma cultura de rigor recíproca.A "balda" começou depois.Macedo passou a receber cerca de 20 mil euros de ordenado mensal e para justificar o seu vencimento e para se promover(ele tinha sido director da Médis) e começaram as penhoras automáticas,as penhoras de TODO o saldo duma conta bancária mesmo que a dívida fosse muitíssimo menor,os contribuintes passaram a ser chantageados com a "lista negra dos devedores" sem que a dos credores do Estado viesse a lume,os Serviços locais(concelhios) de finanças passaram a "viver" apenas para as penhoras(cobrando o devido e o indevido),as coimas foram aumentadas,a LGT foi alterada retirando-se os direitos fundamentais dos cidadãos,passou a valer tudo(MESMO TIRAR OLHOS) para agradecer a Macedo,Santos e Cª Lª!E é nessa situação que nos encontramos.Portanto não confundir eficácia fiscal com abuso fiscal.Se qualquer cidadão,para cobrar os seus créditos,fizesse,"mutatis mutandis", o que o fisco faz........seria preso preventivamente ,julgado e condenado.O fisco não é hoje uma pessoa de bem.O contribuinte é,para o fisco,o inimigo público número 1,pior que um malfeitor!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
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