quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O CDS quer adiar Código Contributivo

Pedro Mota Soares disse hoje que agendará o diploma para discussão no Parlamento antes do Orçamento do Estado para 2011 se até ao fim do mês de Setembro o Governo não garantir que vai renegociar os aspectos "mais gravosos" com a concertação social.

"O que eu sei é que se o PSD não está disponível para, com o Governo, fazer aumentos de impostos, então não pode estar disponível para, com o Governo negociar o Código Contributivo. O Código Contributivo é provavelmente o maior aumento de impostos das últimas décadas", afirmou o líder do CDS-PP.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A DGCI cobrou uma media diaria de 1,16 milhões

Impostos
Fisco abdica de nova operação resgate fiscal
Paula Cravina de Sousa e Denise Fernandes
12/08/10 00:05


--------------------------------------------------------------------------------
Collapse Comunidade
Partilhe: A DGCI encaixou 812 milhões de euros, ou seja, uma média diária de cobrança de 1,16 milhões.

O Fisco não vai continuar este ano a Operação Resgate Fiscal, iniciativa lançada em Agosto de 2008 e renovada em 2009. Isto apesar de, em dois anos, a Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) ter conseguido recuperar 812 milhões de euros, o que significa uma média diária de cobrança de 1,16 milhões, revelam dados divulgados ontem pelo Ministério das Finanças.

Questionado pelo Diário Económico, fonte das Finanças adiantou que "para já não está programada uma terceira operação Resgate Fiscal". Esta operação foi um dos instrumentos colocados em prática para detectar, de forma mais sistemática, as empresas que se apropriassem de forma ilegal do IRS descontado pelos trabalhadores e que a sociedade deveria entregar ao Estado, além de montantes de IVA que deveriam ter sido pagos. A operação teve duas fases: a primeira lançada em Agosto de 2008 e outra em Agosto de 2009. A primeira destinou-se a recuperar os montantes de IVA e as retenções na fonte de IRS e IRC que acabaram por não entrar nos cofres do Estado e a segunda teve um enfoque especial na responsabilização criminal e patrimonial dos administradores e gerentes das empresas faltosas.

sábado, 7 de agosto de 2010

Mais 3.098 nomes DEVEDORES

A lista de devedores foi actualizada hoje e conta agora com mais 3.098 nomes, num total de 24.318 faltosos, segundo um comunicado do Ministério das Finanças. Desse universo, 8.149 são empresas e 16.169 são pessoas singulares.

RECLAME

As Finanças estão a enviar constantemente notas de divida que muitas vezes não estão correctas.

Reclame e senão o souber fazer sozinho peça apoio, pela nossa parte podemos receber as suas questões e sugerir o encaminhamento mais adequado.

A necessidade de fazer receita tem levado as finanças a abusarem e tenho conhecimento de muitas reclamações que têm tido resultado positivo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O Exagero das coimas

As empresas pagam os impostos com atrazo por dificuldades de tesouraria pois apesar dos muitos badalados planos invest os bancos não facilitam estas operações e não nos podemos esquecer que estes emprestimos têm de ser pagos.Pois sempre que há atrazo lá vem uma coima e exgerada em relação ao valor em divida e á falta cometida

A empresas passam por grandes dificuldades porque a verdade é que o negócio baixou muito e a persegução fiscal não abranda.

Quando será que os dirigentes politicos percebem que as empresas precisam de tempo para recolocarem os negócio?

Pressão Fiscal

Pressão fiscal
A execução orçamental do primeiro semestre foi desastrosa. O défice derrapou 462 milhões de euros face a igual período de 2009, chegando aos 7,76 mil milhões de euros. Ou seja, em cada hora que passa o buraco das contas públicas regista mais 1,8 milhões de euros.

04 Agosto 2010
Por:Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto do Correio da Manhã


O PEC II , que entrou em vigor já no segundo semestre, com um aumento de impostos, apenas gerará algumas centenas de milhões que serão insignificantes face à derrapagem verificada. Com o aperto orçamental aumenta a pressão fiscal. Por isso, vai haver um reforço da fiscalização com mais quadros e os inspectores tributários são obrigados a trabalho extra para recuperar receitas e acelerar os processos-crime. A constituição de arguidos é uma arma eficaz contra contribuintes faltosos. Grande parte aceita pagar para evitar mais problemas judiciais, mas é curioso notar que entre os processos que avançam para tribunal a percentagem de vitórias do Fisco já não é assim tão expressiva.

Com a introdução de sistemas informáticos e de cruzamento de dados da administração fiscal, a fuga real aos impostos já não é tão expressiva. Mesmo a quebra abrupta de receitas do ano passado se deve à incapacidade de empresas em pagar e que foram à falência. Com tanta pressão do Fisco é normal que a cobrança coerciva aumente, sendo que há o perigo de a pressão fiscal se transformar em opressão que asfixie a tesouraria das empresas.