Em seguida apresento um texto do blog de Jesus Encinar
http://www.jesusencinar.com/2011/02/el-sector-publico-crea-paro-cuando-se-mete-a-empresario.html
Vale a pena pensar nisto.
Una cosa aprendí: competir con el Estado es el peor negocio. Allá dónde veas que el Estado se mete a empresario, no te metas tú. Es más. Allá donde parezca, se sospeche o pudiese ocurrir que algún día el Estado se vaya a meter: no entres tú. Perderás todo tu dinero. Si oyes que la ciudadanía demanda que el Estado construya residencias de ancianos ¿es sensato invertir ahí tu dinero? Mientras no comprendamos que la competencia del Estado destruye empresas no conseguiremos movilizar soluciones privadas a problemas sociales. Los políticos harán lo que les pidamos, si les pedimos que nos den servicios gratuitos, creamos pobreza. La prioridad antes de empezar cualquier proyecto es quedarse al margen de la acción de los políticos para no meterse en esa senda de los elefantes: como compitas con el Estado estás muerto.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Um dos países onde existem mais licenças
Segundo o estudo Doing Business do Banco Mindial http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/portugal somos um dos países do Mundo onde existe mais legislação sobre licenças municipais.Em algumas Câmaras a substituição de janelas de madeira por janelas de aluminio lacado ou pvc obriga ao levantamento da fachada.
Portugal paga 3 Milhões de Reformas
Apesar de só ter cerca e 1,8 milhoes de pessoas com mais de 65 anos paga 3 milhões.
Isto quer dizer que temos mais de 1 milhão de reformas antecipadas e militares na reserva.
Se a media das reformas antecipaddas for de 1.000 euros pagamos cerca de 10.000 milhões de euros a pessoas que naõ produzem ou que possivelmente muitos trabalham não contribuindo para a segurança social.
Não é justo cair em cima de quem trabalha para pagar a estes senhores priveligiados.
Pedir o seu contributo seria justo.
Isto quer dizer que temos mais de 1 milhão de reformas antecipadas e militares na reserva.
Se a media das reformas antecipaddas for de 1.000 euros pagamos cerca de 10.000 milhões de euros a pessoas que naõ produzem ou que possivelmente muitos trabalham não contribuindo para a segurança social.
Não é justo cair em cima de quem trabalha para pagar a estes senhores priveligiados.
Pedir o seu contributo seria justo.
Exemplos a seguir
A consulta do link http://jfbakker.blogspot.com/2011/04/las-empresas-los-autonomos-y-como-salir.html é um bom exercicio para ver como num País da nossa dimensão se ataca a crise
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O objectivo é não colocar o dinheiro dos contribuintes a pagar
Portugal deveria fazer o mesmo?
A instituição financeira Fjordbank Mors declarou-se insolvente e acções da banca dinamarquesa afundam.
Foi a nona falência no sector financeiro dinamarquês desde o início da crise financeira em 2008. O Fjordbank Mors declarou no final da semana passada que era incapaz de cumprir as regras de solvabilidade do regulador do país, o que lançou uma onda de quedas nos bancos cotados na bolsa de Copenhaga.
As acções do Max Bank são as que mais sofrem, derrocando 20%. E existem títulos de outras quatro entidades financeiras a cair mais de 7% na sessão de hoje. Já o maior banco do país, o Danske Bank, sofre uma descida superior a 5%.
O Fjordbank Mors está agora nas mãos do Estado, sendo que os detentores de obrigações e os depositantes que tenham mais de 100 mil euros na instituição enfrentam prejuízos. Isto porque a Dinamarca abriu um precedente na União Europeia que coloca os obrigacionistas de bancos falidos a suportar as perdas provocadas por eventuais falências.
O objectivo é não colocar o dinheiro dos contribuintes a pagar as falências bancárias. No entanto, a medida não foi bem recebida pelas agências de ‘rating', que cortaram as notas dos bancos dinamarqueses, incluindo o Danske Bank, com o argumento da falta de apoio estatal.
Noticia publicada no econimico
A instituição financeira Fjordbank Mors declarou-se insolvente e acções da banca dinamarquesa afundam.
Foi a nona falência no sector financeiro dinamarquês desde o início da crise financeira em 2008. O Fjordbank Mors declarou no final da semana passada que era incapaz de cumprir as regras de solvabilidade do regulador do país, o que lançou uma onda de quedas nos bancos cotados na bolsa de Copenhaga.
As acções do Max Bank são as que mais sofrem, derrocando 20%. E existem títulos de outras quatro entidades financeiras a cair mais de 7% na sessão de hoje. Já o maior banco do país, o Danske Bank, sofre uma descida superior a 5%.
O Fjordbank Mors está agora nas mãos do Estado, sendo que os detentores de obrigações e os depositantes que tenham mais de 100 mil euros na instituição enfrentam prejuízos. Isto porque a Dinamarca abriu um precedente na União Europeia que coloca os obrigacionistas de bancos falidos a suportar as perdas provocadas por eventuais falências.
O objectivo é não colocar o dinheiro dos contribuintes a pagar as falências bancárias. No entanto, a medida não foi bem recebida pelas agências de ‘rating', que cortaram as notas dos bancos dinamarqueses, incluindo o Danske Bank, com o argumento da falta de apoio estatal.
Noticia publicada no econimico
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