domingo, 18 de março de 2012

Será o Estado pessoa de bem

Menos compreensível é
que seja o Estado, que exige sem
contemplações, a ignorar os seus
compromissos, deixando “queimar”
prazos para a devolução do IVA às
empresas, que necessitamde fundo
demaneio para fazer face à escassez
do crédito e a cobranças cada vezmais
complicadas. Nas empresas portuguesas
vive-se um dia de cada vez, sem
perspetiva demédio ou longo prazo.
Enquanto isso o esforço pedido aos
contribuintes é cada vezmaior
e o númerode dias que cada umtem
de trabalhar para pagar os seus impostos
está a aumentar de ano para ano.
Segundo as últimas estimativas, são
necessários cinco meses de trabalho
para pagar o que o Estado nos exige.
Uma enormidade. Mas é esse mesmo
Estado que faz orelhas moucas quando
em estado de necessidade se converte
de credor em mau pagador.
Este é um preocupante alerta que
confirma que se está a criar emPortugal
uma onda de incumprimento.
O Estado só pode exigir respeito por parte
dos contribuintes se se der ao respeito. O
rótulo do “Estado pessoa de bem” poderá
estar definitivamente caducado.


Retirado do artigo do DE do Bastonário da
Ordem dos Técnicos
Oficiais de Contas

Não tem de apresentar IRS

Os rendimentos inferiores a 4.104 euros e os pensionistas com rendimentos inferiores a 6.000 euros.

Juros de Mora passam a 7%

Será correctonuma fase tão dificil da economia subir o juroo de mora?
Quanto é que paga o estado quando se atrasa a devolver o IVA?

É falta de respeito pelos por portugueses e pelos empresários.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Competir com o Estado é o pior negócio

Em seguida apresento um texto do blog de Jesus Encinar

http://www.jesusencinar.com/2011/02/el-sector-publico-crea-paro-cuando-se-mete-a-empresario.html

Vale a pena pensar nisto.

Una cosa aprendí: competir con el Estado es el peor negocio. Allá dónde veas que el Estado se mete a empresario, no te metas tú. Es más. Allá donde parezca, se sospeche o pudiese ocurrir que algún día el Estado se vaya a meter: no entres tú. Perderás todo tu dinero. Si oyes que la ciudadanía demanda que el Estado construya residencias de ancianos ¿es sensato invertir ahí tu dinero? Mientras no comprendamos que la competencia del Estado destruye empresas no conseguiremos movilizar soluciones privadas a problemas sociales. Los políticos harán lo que les pidamos, si les pedimos que nos den servicios gratuitos, creamos pobreza. La prioridad antes de empezar cualquier proyecto es quedarse al margen de la acción de los políticos para no meterse en esa senda de los elefantes: como compitas con el Estado estás muerto.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Um dos países onde existem mais licenças

Segundo o estudo Doing Business do Banco Mindial http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/portugal somos um dos países do Mundo onde existe mais legislação sobre licenças municipais.Em algumas Câmaras a substituição de janelas de madeira por janelas de aluminio lacado ou pvc obriga ao levantamento da fachada.

Portugal paga 3 Milhões de Reformas

Apesar de só ter cerca e 1,8 milhoes de pessoas com mais de 65 anos paga 3 milhões.
Isto quer dizer que temos mais de 1 milhão de reformas antecipadas e militares na reserva.
Se a media das reformas antecipaddas for de 1.000 euros pagamos cerca de 10.000 milhões de euros a pessoas que naõ produzem ou que possivelmente muitos trabalham não contribuindo para a segurança social.
Não é justo cair em cima de quem trabalha para pagar a estes senhores priveligiados.
Pedir o seu contributo seria justo.

Exemplos a seguir

A consulta do link http://jfbakker.blogspot.com/2011/04/las-empresas-los-autonomos-y-como-salir.html é um bom exercicio para ver como num País da nossa dimensão se ataca a crise